O crime não compensa...

quarta-feira, 5 de maio de 2010



Não tenho o hábito de sair pela rua em busca de achados que podem ser transformados em algo legal e bonito. Já disse por aqui, não tenho o olhar para ver além, pelo menos no quesito decoração.



Acontece que,   eu e minha super-ultra-mega-competente equipe (aí meninos, uhuuuu!!!) estamos recuperando um auditório para realizarmos nossas atividades.

É uma longa história, quando estiver tudo do jeitinho que imaginamos, posto as fotos do antes e depois, e podem ter certeza, vocês nunca viram uma mudança tão radical quanto essa. Acreditem...


E nessa ânsia de transformar o local em algo habitável e legal, com boas vibrações, para cima, alto astral, e coisas do tipo, comecei a olhar melhor o que havia pela cidade.



Foi  então que aconteceu...



Todo dia, ao passar pelo portão de entrada da universidade, via algumas molduras jogadas na cerca. Molduras simples, só o quadrado, vazado no meio.



Eis que em uma bela manhã, tive a visão...



Este eu peguei lá no blog  Meu Doce Lar.
Lá tem um posta lindo sobre chitão ou chita, se preferirem.



Aquelas estruturas seriam fantásticas para forrar com chitão e fazer quadros para decorar as paredes brancas e sem graça do auditório. Foi um momento mágico. Finalmente, eu havia visto além do óbvio.

Passei dois dias perguntando a quem pertenciam àquelas molduras, e nada. Não pertenciam a ninguém.

Na manhã seguinte, eu e minha parceira de crime, a Tia dos Ossinhos, que é “Amiga da Cultura” para o que der e vier, saímos para buscar o produto do furto. Pegamos seis molduras.



Estava realizada. A Tia dos Ossinhos já querendo lixar a madeira, fazer decoupage, a maior viagem.



Acontece que, no início da tarde, tinha polícia, SWAT, FBI, tudo atrás de mim e das molduras. Ok, estou exagerando,era só o bolsista do projeto que procurava quem estava com  o material do dele. Quase morri, mas entreguei!


É claro que virei piada na Instituição. Fazer o quê?


Cintia Branco



P.S.1: Já tinha me afeiçoado as molduras.

P.S.2: O Filho com DNA Alienígena me passou o maior sermão: “Mas mãe, se não era sua, porque você pegou?!”

P.S.3: Tenho que maneirar nas loucuras, o Mestre Branco e azul não fica muito contente com minhas invenções e como trabalhamos no mesmo local, ele fica sabendo de tudo. Acho que o pessoal tem até prazer de contar: “Você viu a última da sua mulher?!”

6 comentários:

Bárbara Rezende postou o comentário de número:

kkkkkkkkkkkkkkkk IMAGINO COMO VC FICOU!!! JESUS SE FOSSE COMIGO TERIA ME ENFIADO NO PRIMEIRO BURACO QUE VISSE RSRSRSRSRS

QUERIDA DÁ UMA PASSADINHA AMANHÃ LÁ NO BLOG!!!
TEM SURPRESA PARA VC!!!

BJKS

Taia Assunção postou o comentário de número:

kkkkkkkkkkkkkkkk estou rolando de rir. Que puxa, imagine a cara do bolsista de te terror diante da constatação de que o "projeto" sumiu...kkkkkkkkkkkk. Beijocas!

Camila postou o comentário de número:

Hahahaha adorei, Cintia!

Gostei muito do seu blog, a maneira como escreve...

Obrigada pela visita ao Meu Doce Lar!

Beijocas

calma que estou com pressa postou o comentário de número:

oi Cintia- adorei eta postagem- ah tu é das minhas- e ainda depois da risada - deixe que os outros falem , uai não tava largado lá - que pena que descobriram " o crime" faz assim faz um cartaz pedindo molduras que ninguem mais quer - "não jogue no lixo de para cintia branco!"
bj

EVA CAROLINE | postou o comentário de número:

Esgtou precisando perder uns 20 kg pelo menos... rs nunca consegui!
obrigada pela visitinha, cortar cabelo é tudo de bom ne?

Drinha... postou o comentário de número:

kkkkkkkkkk

realmente o crime não compensa!!!!!
Tô adorando a menira que vc escreve!!!! me divirto muito!!!!!

Você co
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